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PROGRAMAÇÃO


AGOSTO DE 2018


04 de agosto
sábados perversos


09 de agosto
conversa de livraria


27 de agosto
conversa de livraria




A G O S T O




04 de agosto (sábado) 11h 

 

04 de agosto [sábado] das 11 às 13h

A coordenação deste encontro estará a cargo de Lenir Viscovini e Luzia Maninha

 

Transgressão e Utopia: Torquato, a Tropicália em Poesia

Sábados PerVersos – Ano IV

 

(Lenir Viscovini e  Luzia Maninha )

.

 

"Sábados PerVersos - A Poesia em Questão", projeto de leitura crítica de poesia entra no seu quarto ano. Os encontros mensais ocorrem interumptamente desde novembro de 2014, contando sempre com um grupo interessado e interessante de pessoas que leram, discutiram, promoveram, escreveram e publicaram poesia.  É, sem dúvida, nosso projeto mais exitoso dos últimos anos.

Informamos que a partir de agora, por problemas de acerto de agenda da livraria, os encontros passam a ocorrer no primeiro sábado de cada mês. No resto, o formato e o horário são os mesmo. Um coordenador diferente para cada encontro e entrada franqueada a qualquer interessado, sem nenhum pre-requisito.





09 de agosto 

 

9 de agosto [quinta-feira] às 18h30


Conversa de Livraria com Márcio Catunda,

seguida de lançamento e autógrafos do livro

do livro Todos os Dias são Difíceis na Barbúria

 

 

TODOS OS DIAS SÃO DIFÍCEIS NA BARBÚRIA

 

Em Todos os Dias são Difíceis na Barbúria, Márcio Catunda, poeta, romancista e ensaísta com mais de quarenta obras publicadas, tece uma crítica mordaz ao automatismo burocrático e ao autoritarismo no âmbito funcional. Com a maestria inconfundível dos escritores experientes, descreve a ineficiência corporativista, os boicotes no ambiente de trabalho, as intrigas, as picuinhas, as calúnias, as bajulações, as injustiças contra os mais vulneráveis e os abusos de poder – em suma: as mazelas diárias que compõem o inferno propriamente humano. Mas que o leitor não se deixe enganar pela seriedade que o tema do exílio – literal e simbólico – sugere: neste seu novo romance, Catunda demonstra uma verve renovadíssima para o humor inteligente, seja ao encarar a difícil tarefa de abordar de modo realista certos aspectos da vida nua e crua, seja na correspondência, nem sempre sutil, entre os nomes e as características de determinados personagens e locais.

 

A exemplo do que nos foi apresentado nas obras visionárias dos romancistas George Orwell e Aldous Huxley, vemos aqui o traço característico e caótico de uma sociedade distópica, composta por homens frios e autômatos, isolados em suas prisões pessoais, sob o jugo de corporações totalitárias. O mecanismo conspirador da empresa que envolve o nosso protagonista é um grande simulacro de milhões de empresas espalhadas pelo mundo. E Barbúria, em verdade, é o microcosmo dos países modernos (especialmente as capitais), onde imperam os contrastes socioeconômicos, a desenfreada tecnologia e o dia a dia do cidadão

burocrata acostumado (ou não) com a falta de ética e de valores humanos.

 

Márcio Catunda, escritor com mais de 50 títulos publicados e diplomata de longa data, empresta a sua narrativa ficcional um pouco da sua ambiência profissional, posicionando-se entre o idealizado e o vivido, o inventado e o testemunhado. Esse mergulho no “inferno institucionalizado”, que serve de esteio para um desfile de personagens hipócritas, corruptos, interesseiros e mesquinhos, teve início no livro anterior, Terra de Demônios (Oficina Editores). Ao retomar o tema em Todos os Dias são Difíceis na Barbúria, o autor dá a vez e a voz a Crátilo Portela, que figura na trama como um atormentado pelos incomensuráveis desmandos que o cercam, reforça a sua necessidade de busca – de si e para si – rumo a outro destino, possivelmente ao paraíso tão desejado. É certamente um homem puritano e neurótico, sem o capricho de dedicar seu tempo ao pensamento malicioso e aos prazeres carnais. Nesses tempos sombrios de desumanidades e crescimento das desigualdades de classes, Catunda encontra uma forma inteligente de criticar o establishment com diálogos tenazes, ácidos e, ao mesmo tempo, de sutil humor. Seu romance é um exercício criativo, em que locais existentes e imaginados, e personagens reais se misturam a tipos irreais, com nomes trocados e de diferentes origens e ambições. O leitor terá pela frente, ao longo das páginas de Todos os Dias são Difíceis na Barbúria, um extenso caminho de reexão, instigação e algum desencanto, talvez, na tentativa de saber se a vida é cruel porque nós somos dífíceis ou se somos difíceis porque a vida é cruel.

 

SERVIÇO

 

 

Conversa de Livraria com Marcio Catunda
09.08.2018 (quinta-feira) às 18h30h

 

ALPHARRABIO LIVRARIA E EDITORA

Rua Eduardo Monteiro, 151

Santo André – SP

4438-4358

 

 




27 de agosto 

 

27 de agosto [2ª-feira] às 18h30 às 21h30

 

Alpharrabio Edições
convida para o lançamento do livro

 

Silêncio Escrito, de Jurema Barreto de Souza

  

sexto volume da coleção “PerVersas – Literatura de autoria feminina”, 
seguido de uma conversa com a autora

 

 

Coleção “PerVersas – Literatura de autoria feminina”

 

A ideia da coleção, que tem como proposta reunir textos (poesia, crônica, conto, ensaio) contemporâneos, surgiu das discussões em torno da invisibilidade histórica das mulheres escritoras, decorridas nos encontros “Sábados PerVersos – a poesia em questão”, leituras críticas de poesias, evento mensal da livraria Alpharrabio, criado em novembro de 2014 e que desde então reúne um número expressivo de participantes de forma ininterrupta, sempre no último sábado de cada mês, às 11h00.

 

Trata-se de uma coleção de pequena tiragem, que pretende, além do conteúdo, dar a cada volume características também de objeto gráfico artístico. A coordenação editorial é de Dalila Teles Veras e a concepção gráfica e criação manual é de Luzia Maninha. A tiragem de cada edição é de 92 exemplares, numerados e assinados pelas suas respectivas autoras.

 

 

Sobre a autora
 

Jurema Barreto de Souza (Santo André, 1957), poeta, professora, editora da Revista Literária A Cigarra (1982-2007). Participou das coletâneas do Grupo Livrespaço de Poesia. Livros publicados: Papoulas & Amnésias, 1982. Dalilas Siamesas, 1987. Poética da Ternura, 1986. Policromia, 2010, entre outros. Coordenou, de 2000 a 2007, o Projeto Ler & Falar Poesia. Edita atualmente Zine Zero – os cigarristas e Frenezine, plaquetes de poesia.

 

 

SERVIÇO

 

Lançamento do livro

Silêncio Escrito, de Jurema Barreto de Souza


27.08.2018 (2ª-feira) das 18h30 às 21h30

 

ALPHARRABIO LIVRARIA E EDITORA

Rua Eduardo Monteiro, 151

Santo André – SP

4438-4358

 




 horário de funcionamento

de segunda/sexta, das 13 às 18h30

sábado, das 9h30 às 12h30

 

ATENÇÃO

Nosso endereço:
 Rua Eduardo Monteiro, 151 - Jd. Bela Vista
Santo André - SP - Brasil

Fone: (11) 4438.4358 - e-mail: alpharrabio@alpharrabio.com.br

www.alpharrabio.com.br

 

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