Desde 1992

AbertoBlog

Na Rua Eduardo Monteiro 151- Santo André – SP – BRASIL – Tel: (11) 4438. 4358 – de segunda a sexta, das 13 às 19 horas – sábado, das 9:30 às 13:00 horas

LEMBRETE: Desde o dia 26 de novembro de 2010, a Livraria Alpharrabio expõe uma coletânea de xilogravuras de Jeronimo Soares, como parte da Mostra paralela da 5ª Bienal de Gravura de Santo André. Dessa mostra, constam gravuras coloridas inéditas, em nova técnica que o xilógrafo paraibano, há muito residente em Diadema, experimenta desde 2009.
Só até o dia 15 de janeiro

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2 Responses to Desde 1992

  1. isa says:

    Com licença, com licença… tenho pressa no Alpha-Templo entrar…
    Comigo trago Gedeão:

    “Venho da terra assombrada,
    do ventre de minha mãe;
    não pretendo roubar nada
    nem fazer mal a ninguém.

    Só quero o que me é devido
    por me trazerem aqui,
    que eu nem sequer fui ouvido
    no acto de que nasci.

    Trago boca para comer
    e olhos para desejar.
    Com licença, quero passar,
    tenho pressa de viver.
    Com licença! Com licença!
    Que a vida é água a correr.
    Venho do fundo do tempo;
    não tenho tempo a perder.

    Minha barca aparelhada
    solta o pano rumo ao norte;
    meu desejo é passaporte
    para a fronteira fechada.
    Não há ventos que não prestem
    nem marés que não convenham,
    nem forças que me molestem,
    correntes que me detenham.

    Quero eu e a Natureza,
    que a Natureza sou eu,
    e as forças da Natureza
    nunca ninguém as venceu.

    Com licença! Com licença!
    Que a barca se fez ao mar.
    Não há poder que me vença.
    Mesmo morto hei-de passar.
    Com licença! Com licença!
    Com rumo à estrela polar.”

    António Gedeão, in ‘Teatro do Mundo’

    Afinal há sempre uma janela aberta ao luar, mesmo numa 2ªfeira como esta. Bom retorno.

  2. isa says:

    Truz-truz, está alguém em casa?
    Está aqui tanto frio, ninguém me convida a entrar?
    Prometo não demorar muito, apenas um dedo de conversa e já agora um dedal de cafézinho também ia bem.
    Pagarei com uma sacola de sorrisos novinhos em folha que aguardam pelas novas florescidas do “ócio criativo”.