Monthly Archives: fevereiro 2014

Poetas do Alpha XXII

Uma carta a Satanás (excertos) Como é que vai, Satanás? Primeiro eu vou lhe dizer que foi em missão de paz que resolvi lhe escrever. Mas saiba que não sou triste nem sei se você existe, se existe sei que … Continue reading

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Poetas do Alpha XXI

GRANDES FORTUNAS (O imposto sobre grandes fortunas está para ser criado desde 1988. Depende do Congresso.) O Senador, na tribuna, proclama o que é de justiça: “tribute a grande fortuna!”. (A dele… está na Suíça). Eduardo Bottallo, Trovas Tributárias (tributo … Continue reading

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Poetas do Alpha XX

Descuido Olhar pela fresta de tua camisa e encontrar teu peito me convidando a ficar. E esquecer que, na verdade, eu nem deveria ter vindo espiar. Margarete Schiavinatto, Talentos Emergentes, Alpharrabio Edições imagem:isaferreira “diamante bruto”

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Poetas do Alpha XIX

Peregrinação pedradura durapedra alucinada palavra sonhos encerrados a destruição não é a última PA LA VRA o detalhe do poema é o perdão Wilma Lima, obra poética, Alpharrabio Edições /A Cigarra imagem: isaferreira, “Além… -m(o)uros”

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Poetas do Alpha XVIII

Eu tinha uma capa de chuva ampla como uma barraca. Ela era azul-claro nos ombros, descia escurecendo até tornar-se plúmbea. Caía solta em torno de meu jovem corpo magro parecendo sempre que eu me molhava naquelas águas rápidas que o … Continue reading

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Poetas do Alpha XVII

tempo é o pseudónimo de espera a espera partiu-se na noite nas árvores das casas brancas e nas coisas impossíveis procuradas em vão, nos sonhos que nos acompanham a espera faz-se longa e esquecida pergunta quem sou eu, não nos … Continue reading

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Poetas do Alpha XVI

II Passos caminho sonhos incorporo nada é distante na cidade onde moro da qual de fato sou cidadão nato Hino tem sino também no largo da matriz onde nem sempre quem casa é feliz Zhô Bertholini, Poética Urbana, excertos (Alpharrabio … Continue reading

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Poetas do Alpha XV

desiguais cor, sexo, nexo modos de ser, de ver de ouvir, sentir o siso, o riso que o provem as digitais. ideologias, sabedorias que o digam dos filhos os pais. ora iguais sempre iguais sob o mesmo teto sobre o … Continue reading

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Poetas do Alpha XIV

A boca da noite tem sabor de café expresso onde adoço meus versos e os sorrisos que eu não tinha por dentro… Jurema Barreto de Souza, Poética da ternura (Alpharrabio Edições) imagem: isaferreira, “a partilha”

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Poetas do Alpha XIII

estante demolir parede só deixar a balaustrada de livros papel mofo poeira ergue-se tomando todo perímetro redor queira que seja só isso: latão, parafusos tintura encardida de preto ferrugem sustentação de mundo Carlos Augusto Lima, Objetos – 8 poemas (Alpharrbio … Continue reading

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