Uma Confissão na Boca da Noite

“Como se sentássemos à mesa
Imemoriais e reverdecêssemos”

Foi assim: manhã de sábado de outono, céu sem nenhum nuvem, friozinho. Nada que um fumegante café não resolvesse. Depois a leitura do longo poema Uma Confissão à Boca da Noite, de Danilo Bueno, o bom filho que à casa torna, após andanças por Oropa, França e Bahia.

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A bela plaquete que abriga o poema, impressa pela “Córrego”, grande formato (21x30cm), edição de apenas 300 exemplares, papel especial, abre com uma bela imagem da fotógrafa Regiane Coelho que, não por acaso, foi clicada na época e local em que o poema foi iniciado (Genebra, dezembro de 2009). Sim, este é um “slow poem” (foi cunhado agorinha), realizado ao longo de quatro anos, fato que muito contribuiu com a poesia ali contida.

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O poema foi lido por seu autor e simultaneamente ouvido/lido pelos presentes, interação que, mais do que audição, leva à fruição do poema também pela distribuição dos versos nas páginas.

E entre versos e cafés, instaurou-se a discussão que, inevitavelmente, enveredou por veredas várias, questionamentos, dúvidas e angústias de poetas diante do ofício. Deu-se, ali, acima de tudo, a comunhão pela palavra e o compartilhamento de cumplicidades na poesia e na amizade.

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Quem não compareceu e ficou com vontade de adquirir a plaquete, o Danilo deixou alguns exemplares na livraria Alpharrabio. Corra ou envie um email para virtual@alpharrabio.com.br que enviamos pelo correio. (dtv)

About Dalila

Dalila Teles Veras, escritora, proprietária da Alpharrabio Livraria e Editora
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