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lambe-lambe digital : Luz01

Luz01

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7 Responses to Antes que o Carnaval chegue

  1. isa says:

    Uma vez português, português para todo o sempre!!!

  2. Olá pessoal da Alpharrabio, sou um poeta são bernardense que procura uma editora para publicar sua primeira obra, e assim se lançar no mercado literário. Comecei a pensar com quais editoras poderia entrar em contato para falar de meu livro (de poesias), não foram muitas as que me vieram a mente, afinal estou apenas começando um caminho pelo qual nunca passei. Lembrei-me da Alpharrabio, da qual ouvira falar algumas vezes tempos atrás. Fui ao Google e acessei pela primeira vez o site. Gostei muito de tudo que vi e pensei que seria ótimo lançar meu livro pela Alpharrabio, sem falar da vontade que tive em conhecer a livraria, que parece ser um cantinho especial, e ali encontrar leitores e autores para umas boas conversas.

    Por hora acho que é isso, apenas quis aproveitar esse espaço interativo que é o blog para me apresentar e expressar minha vontade em participar do universo Alpharrabio (e se tudo der certo também como um de seus autores). Para melhor conhecerem a mim e a meu trabalho acessem meu site.

    Grande Abraço a Todos

  3. Élia says:

    Oi Dá
    Adorei.
    Me emociono toda vez que leio algum relato sobre a nossa querida Madeira. É bom saber as coisas da nossa terra por você.

    Beijos
    Élia

  4. Gabriela says:

    Olá Dalila!
    Gostei das fotos e do texto. Bela descrição das tradicões natalícias madeirenses e da festa do fim de ano! O que é belo só pode ser descrito de forma bela.
    Beijinho, Gabriela

  5. isa says:

    Coisas de Carnaval?! Burrices, patetices e outras tolices…

    Sábado de Entrudo, 16.30h, temperatura: 12º. Estamos com sorte, pois kms acima cai neve na Serra da Estrela.

    Estive a trabalhar até ½ hora antes. Estava farta de estar fechada num gabinete quase tão gélido quanto o sentimento que nutro por esta época. Fiz-me à estrada, percorrendo o caminho mais longo para chegar a casa. Dei um saltinho até ao “Parque da Cidade”. Precisava de ver gente, de ouvir vozes, de ver vida.
    Algumas crianças brincavam sobre o olhar atento dos adultos. Vi patos-reais, patos mudos, gansos, gaivotas, muitas gaivotas (gaivotas em terra, sinal de tempestade) peixinhos vermelhos, tartarugas, galos e galarós. Posso afirmar que ali não há perus nem peruas. Será que não?!

    Ops! Acaba de chegar duas “dondocas”… um pouco mais à frente, saltitando despreocupada, ia a sua cria, uma petiza de cabelos encaracolados, olhos grandes, castanhos leais, mirando o Mundo como se fosse todo seu, (recorda-me alguém que também já foi assim).

    Bolas, com um parque tão grande, logo tiveram que vir para a minha beira. Ao fim de 5 minutos tinha os ouvidos feridos de tanta baboseira que suas línguas viperinas largavam. Pobres visados, foram despidos de alto a baixo.

    A catraia, aproveitando a distracção, começou a fazer o que tinha que fazer. Sentou-se à beira do lago, desrespeitando o sossego dos pobres patos e peixes que por ali andavam, atirou-lhes com pedras. Não se ouviu qualquer reparo por parte de sua “extremosa” mãezinha. Cansada desta “brincadeira” (para alívio da bicharada, e meu também), tratou de fazer um belo bolinho de areia e a cereja do cimo foi limpar suas mãozinhas no lindo vestido de dama antiga com que a sua “extremosa” e desatenta mãe de língua afiada a tinha mascarado.

    De repente o grito de horror: “Maria venha cá, Maria não vá para aí, Maria olhe que suja o vestido, Maria não não não…”
    Raios partam tanta proibição. Mas quando foi das pedras… nada se ouviu, isso não sujava o vestido.

    Até o pato, um sr. pato mudo bem rechonchudo (porque perú não havia ali, perúas só mesmo aquelas duas dondocas) se assustou grasnando de aflição perante tamanha berraria. Saltou todo o verniz…

    De repente aquela mamã faz uma pausa no seu despe despe da vida alheia e diz à menina: “- Olhe Maria, um peru, glú glú, faça lá glú glú para o peru…”

    Perú?! Respeitinho, Pato Mudo se faz favor! Já velhote é certo (assim indica o seu bico) mas é pato.

    Estamos no Carnaval, ninguém leva mal, dizem alguns…
    Eu direi que enquanto houver “dondocas” que não souberem distinguir e respeitar todas as espécies, raças ou credos, que mexer na terra é salutar, que a água lava tudo excepto as más-línguas, não admitirei que se chame perú a um pato, mesmo que seja Carnaval.

  6. Mónica says:

    Olá Dalila

    Espero que tenhas a oportunidade de ver mais vezes a festa fantástica que é a passagem de ano na baía do Funchal.

    De facto é um espectáculo indescritivel
    que só quem vê pode ter a verdadeira noção e sentir a intensidade dentro do peito.

    E ser ilhéu também é uma coisa muito especial…

    Beijo
    PS – vai dando uma espreitadela no meu blog ;) não tem tido muita “actividade por circunstâncias temporais”… mas enfim. Vou tentar prestar-lhe mais atenção :)

  7. manuela says:

    está tudo uma delicia a escrita como sempre divinal e as fotos também com um comentário a fátima muito religioso a foto do edificio do alpharrabio acho o máximo com muita veia artistica desde a construção á pintura do mesmo, o saudosismo luso descendente é lixado e vaidoso mas também agradavel ao ouvido e ao olhar.
    agradeço o apreço dado á varanda do meu ninho de amor que serviu a varanda para as imagens retidas nas nossas retinas mais perfeitas que as fotografias digitais e que a nossa memória retem este espectáculo a cada ano que passa.estas e outras análises feitas á nossa querida madeira serão um dia lavradas no local certo e no momento adequado como divulgação da nossa pérola além mundo para o cidadão desconhecido e pouco informado do que de bom ainda EXISTE E NÃO SE PERDEU PELA CONJUNTURA DA GLOBALIZAÇÃO AS RAIZES CÁ ESTÃO PARA QUEM QUIZER VIR VER E CRITICAR.
    PARABÉNS CONTINUA A TUA LUTA E DEFESA DA NOSSA TERRA MUITA SAÚDE PARA A CONCRETIZAÇÃO FUTURA DE UM SONHO DE DIVLGAÇÃO DE TUDO ISTO EM BREVE NA NOSSA TERRA.