Sábados PerVersos, março 2018 – Mulheres, poesia, claustro e erotismo

E um novo milagre laico se deu! Mais um Sábados PerVersos – a poesia em questão, projeto que a cada mês reafirma o acerto da proposta que vai se consolidando.
A coordenação deste primeiro encontro de 2018 ficou a cargo de Dalila Teles Veras que levou para discussão, informações (e poemas para leitura crítica) sobre sua pesquisa “MULHERES – POESIA, CLAUSTRO E EROTISMO AMOR HUMANO / AMOR DIVINO – Séculos XII, XVI e XVII revistos em Novas Cartas Portuguesas, 1971″.
“Sábados PerVersos – A Poesia em Questão”, projeto de leitura crítica de poesia entrou no seu quarto ano. Os encontros mensais ocorrem ininterruptamente desde novembro de 2014, contando sempre com um grupo interessado e interessante de pessoas que leram, discutiram, promoveram, escreveram e publicaram poesia. É, sem dúvida, um dos projetos mais instigantes e exitosos da Livraria Alpharrabio nos últimos anos.

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Alpharrabio 26 anos – a celebração

Para uma casa que, desde o primeiro momento, há 26 anos, se propõe ao encontro, às trocas intelectuais, fraternas e artísticas, a festa deste ano utilizou esta justificativa para o brinde e o abraço. E foram muitos os abraços. E foram muitas as trocas. E ficou, uma vez mais, consolidada a resistência do caminhar contra a corrente dos gigantismos destes tempos. O Alpharrabio celebra e segue pequeno, independente, dono de seus caminhos. Agradecimentos a todos os que vieram e celebraram. (dtv)

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Primeiras Luzes: entrecantos, poemas, de Luzia Machado Noronha, novo título Alpharrabio Edições

A programação Alpharrabio iniciou 2018 com poesia, muita poesia, poesia de alta voltagem. “Primeiras Luzes: entrecantos”, de Luzia Machado Noronha é o novo título do catálogo Alpharrabio Edições.
A refinada poética da professora/poeta Luzia, já integra o Catálogo da Alpharrabio Edições, desde 2007, quando publicamos o seu “Tessitura”.
Foi numa bela data, 02.02, início do mês em que a sua casa editorial completava 26 anos de existência. Os amigos, ex-alunos, poetas e familiares foram chegando, muitos, e deu-se, mais uma vez, o “milagre laico” do entrelaçamento através da palavra, da arte da poesia de Luzia.
o registro fotográfico, como sempre é da outra Luzia (a Maninha).

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Apresentação do livro “As cem mais” de Luiz Patriota

No dia 15.12.17, a Livraria Alpharrabio promoveu a apresentação do livro “As Cem Mais”, poesia, de Luiz Patriota
A poesia de LP transita por vários temas como amor, injustiça social e esperança num mundo em constante mutação, com destaque para a situação política do país, desde os últimos suspiros da ditadura até escândalos recentes como o mensalão. Desde 2015, sua poesia tem se voltado para a preocupação social e viaja em tópicos como refugiados, intolerância, escola sem partido, atentados e outros.

Luiz Henrique Gomes Patriota nasceu em Santo André há 52 anos, começou a escrever poesia em 1983, É servidor público municipal deste 1989. Sua poesia nasceu num momento delicado por que passava sua família, tendo sido incentivado por professores e amigos escritores que conheceu durante a Semana Cultural realizada na E. E. Amaral Wagner, que contou com a participação de toda escola.

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A Rainha e os Panos Mágicos

Um encontro, um livro, contação com o coletivo Rum Pi Ilê, uma conversa e atividades para crianças.
Esta foi a história:
ERA UMA VEZ uma rainha chamada Sheila que, estando em sua segunda gestação, parte pelos mares com sua primogênita. Um naufrágio muda a rota das férias e as leva para uma misteriosa ilha. Lá, as mulheres têm, quase sempre, partos normais, e são as bruxas, como a mestra Agnes, que cuidam dos nascimentos. Quando mãe e filha voltam para seu reino, Sheila tenta convencer o Grande Mago de que pode ter uma criança sem uma cirurgia. A ideia parece insana tanto para o mago quanto para o marido de Sheila, que, temendo pelas vidas da rainha e de seu bebê, decidem enclausurá-la. As desconfianças assolam o reino e nada parece dar certo. Mas os lendários Panos Mágicos garantirão um final feliz!
que está no livro: A Rainha e os Panos Mágicos
Autoria: Janaína Leslão e Deborah Delage, Ilustrações: Carol Borges. Prefácio: Rita Lisauskas
Gênero: Conto de Fadas
Editora: Metanoia, Ano: 2017

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Sábado PerVersos – a poesia em questão, dezembro 2017

Dia 09 de dezembro de 2017, manhã adentro, realizou-se mais um encontro de “Sábados PerVersos – A Poesia em Questão”, projeto de leitura crítica de poesia. O encontro, que ocorre mensalmente desde o final de 2014, no último sábado de cada mês, desta feita, teve um caráter de confraternização, celebrando os três anos de muitos encontros, leituras, discussões e realizações. Um breve histórico e avaliação do ano, brindes e muitos abraços. dtv

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DiaD no Alpharrabio – 31.10.2017

Dia D

Pela terceira vez, a Livraria Alpharrabio comemora o Dia D, celebrado em todo o Brasil no dia 31 de outubro, aniversário natalício do poeta Carlos Drummond de Andrade.
Neste ano, a título de mote, o poema:

Mundo Grande

Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso frequento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias:
preciso de todos.
Fizeram parte da programação do Dia D 2018:

- “Mundo Grande” – lambe-lambe no muro externo da livraria, com desenhos de Hallina Beltrão
– Exposição: “Risco e Rabiscos” – com reproduções de Desenhos de Belchior, cantor, compositor, cearense, de Sobral (coleção particular)
- Leituras da obra de Drummond

Hallina Beltrão é pernambucana, Mestre em Design Gráfico Editorial pela Elisava, Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona, na Espanha, e especializada em Ilustração Criativa pela Universidade Autônoma de Barcelona, Eina. Ilustrou livros infanto juvenis para editoras nordestinas, produz imagens para a revista literária espanhola Que Leer, para o suplemento literário Pernambuco, para a Revista Continente e o Jornal Rascunho, além de criar diversas capas para autores brasileiros

O Dia D – Dia Drummond é um evento organizado pelo IMS para celebrar o aniversário do grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade (1902-1987).
“A ideia foi lançada em 2011 com o objetivo de fazer com que o dia 31 de outubro, data do nascimento de Drummond, seja comemorado e faça parte do calendário cultural do país. O objetivo do IMS é exclusivamente promover e difundir a obra do escritor pelo “mundo, mundo, vasto mundo”.

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Sábados PerVersos: a poesia em questão / outubro 2017

No dia 28 de outubro de 2017, decorreu na Livraria Alpharrabio, mais um Sábados PerVersos – a poesia em questão. Desta feita, com caráter especial, ou seja, discussão e lançamento oficial dos volumes IV (Contracena, de Rosana Chrispim) e V (não sabia a idade, de Constança Lucas) da Coleção PerVersas – Literatura de autoria feminina, Alpharrabio Edições.
Sábados PerVersos – a poesia em questão, conforme temos divulgado aqui, é um projeto de leitura crítica de poesia que ocorre mensalmente desde o final de 2014, sempre no último sábado de cada mês.
E, como sempre, houve leituras, muitas leituras e discussão. A poesia nos cantos, nas bocas, nas frestas. (dtv)

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Conversa de Livraria com Moreira de Acopiara sobre seu livro “Atitudes que Constroem”

Uma conversa de Livraria com Moreira de Acopiara que foi além de mera conversa. Antes, um “acontecimento” poético/fraterno entre gente que faz e gosta de ler poesia. Na pauta, o livro mais recente do poeta, “Atitudes que Constroem”
Foi um sábado memorável, aquele do dia 21 de outubro de 2017. Confiram os registros fotográficos de Luzia Maninha

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Sábados PerVersos – XXV encontro Setembro 2017

O XXV encontro de Sábados PerVersos – a poesia em questão, contou com a coordenação das poetas Deise Assumpção e Conceição Bastos que trouxeram para discussão um poema de Manuel Bandeira, “A Estrela” e um poema de Hilda Hilst, X, do livro Da poesia que foram lidos à luz da escritura do homem (Manuel) e da mulher (Hilda), poetas.

A ESTRELA
Vi uma estrela tão alta,
Vi uma estrela tão fria!
Vi uma estrela luzindo
Na minha vida vazia.

Era uma estrela tão alta!
Era uma estrela tão fria!
Era uma estrela sozinha
Luzindo no fim do dia.

Por que da sua distância
Para a minha companhia
Não baixava aquela estrela?
Por que tão alto luzia?

E ouvi-a na sombra funda
Responder que assim fazia
Para dar uma esperança
Mais triste ao fim do meu dia.
in: Bandeira, Manuel, Estela da Vida Inteira, RJ, Ed. Nova Froneira, 1993, 23ª ed. Livro: Lira dos Cinqüenta´Anos, p. 174

X
Olhamos eternamente
para as estrelas
como mendigos
que eternamente
olham para as mãos.

E imaginamos
cousas absurdas
de realização.
Cousas que não existem
e cujo valor
é o de consistirem
parte da ilusão.

E olhamos eternamente
para as estrelas
porque parecem diferentes.
E quando agrupadas
eu as revejo individualizadas.
Estrelas… só.
Quem sabe se naquela imensidão
elas sofrem o mal dissolvente,
passivo,
mas dissolvente ainda: solidão.

Brilham para o mundo.
No entanto estão sozinhas
na lúgubre fantasia de pontas.

Nunca, meditem,
nunca as encontraremos
pois elas olham
igualmente para nós
e nos desejam
porque estão sós

In: Hilst, Hilda – 1930-204 / Da poesia / Hilda Hilst – 1a. ed. – São Paulo / Companhia das Letras, 2017 / Livro Presságio – poemas primeiros (1950)

O resultado foi uma belíssima e aprofundada discussão.

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Ao final, o compositor, poeta e intérprete Meramolim que pela primeira vez compareceu a um dos encontro, brindou os presentes com uma canja, interpretando, acompanhado ao violão, uma de suas canções.

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