À Janela dos Dias
Publisher: Alpharrabio Edições
R$ 25,00
À Janela dos Dias – Poesia quase toda
Reúne poemas dos livros A Palavraparte, Madeira: do vinho à saudade, Forasteiros Registros Nordestinos, Poética das Circunstâncias, Elemento em Fúria, Inventário Precoce e Lições de Tempo, além de poemas esparsos publicados em coletâneas, revistas e jornais do Brasil e do exterior, como também poemas inéditos, e comemora os 20 anos de publicação poética da autora.
Alpharrabio edições, 2002 – 02.05.2002
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Category:
Poesia Nacional
Tag:
poemas
Reúne poemas dos livros A Palavraparte, Madeira: do vinho à saudade, Forasteiros Registros Nordestinos, Poética das Circunstâncias, Elemento em Fúria, Inventário Precoce e Lições de Tempo.
Informações
ISBN 13
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Number of pages
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fuga e urgências
Published on 2022
R$ 49,00
fuga e urgências - Trata-se de um conjunto de 56 poemas, constituído por três séries, diferentes em forma e temática. A primeira, de 25 poemas, denominada “tempo em fuga” aborda questões ligadas a questionamentos sobre finitude humana e brevidade da vida. A segunda, também com 25 poemas, sem títulos, numerados de 1 a 25, denominada “noites insones, pandemia e desnorteios”, publicados lado a lado da série já citada, trata de questões ligadas à pandemia e as suas tristes consequências, como a morte de mais de seiscentos e cinquenta mil brasileiros, sem contar as cenas de medo, horror e lutos.
A terceira série, de 6 poemas mais longos e prosaicos é denominada “primeira pessoa do singular”. Trata-se de poemas escritos no dia do aniversário natalício da autora, durante os últimos anos.
A poeta trata esses temas com delicadezas de natureza poética e linguagem literária apurada, não sem valer-se da contundência desejada para alguns deles.
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A terceira série, de 6 poemas mais longos e prosaicos é denominada “primeira pessoa do singular”. Trata-se de poemas escritos no dia do aniversário natalício da autora, durante os últimos anos.
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As formas selvagens da alegria
Published on 2023
R$ 30,00
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Escritos entre 2019 e 2022, os poemas de As formas selvagens da alegria refletem, em sua variedade de temas e formas, em suas aproximações e afastamentos, buscas e apostas, o redemoinho de tensões desses anos de nossas vidas, pelos olhos de um autor que, desde seu primeiro livro (A lapso, lançado em 1999 pela Alpharrabio), sempre se dedicou a flagrar esse entrelugar em que vivemos: entre a rua e a casa, o sufoco e o sonho, o mundo lá fora e tudo que mais de perto nos cerca. Vem daí esse conjunto algo ruidoso, cheio de arestas e afagos, em que, não por acaso, vários textos são atravessados pelas sombras do noticiário terrível, mas também reagem à desolação – com os poucos, sim, mas imprevisíveis recursos da poesia.
O livro foi concluído e publicado com apoio do Prêmio por Histórico de Realização em Literatura, do Programa de Ação Cultural (ProAC – Lei Aldir Blanc 2021) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.
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R$ 30,00
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Escritos entre 2019 e 2022, os poemas de As formas selvagens da alegria refletem, em sua variedade de temas e formas, em suas aproximações e afastamentos, buscas e apostas, o redemoinho de tensões desses anos de nossas vidas, pelos olhos de um autor que, desde seu primeiro livro (A lapso, lançado em 1999 pela Alpharrabio), sempre se dedicou a flagrar esse entrelugar em que vivemos: entre a rua e a casa, o sufoco e o sonho, o mundo lá fora e tudo que mais de perto nos cerca. Vem daí esse conjunto algo ruidoso, cheio de arestas e afagos, em que, não por acaso, vários textos são atravessados pelas sombras do noticiário terrível, mas também reagem à desolação – com os poucos, sim, mas imprevisíveis recursos da poesia.
O livro foi concluído e publicado com apoio do Prêmio por Histórico de Realização em Literatura, do Programa de Ação Cultural (ProAC – Lei Aldir Blanc 2021) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.
Um quarto escuro e outras embarcações
Published on 2020
R$ 30,00
(...) A mulher encontra a prosa tiquetaqueando no quarto da poesia, e lá dentro a desarma. A prosa fica em silêncio para gritar. E então a mulher pega o relógio e o subverte em girassol vivo.
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