
Monturo de vórtices – Cleber Baleeiro
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<p><strong>21 de fevereiro, sábado, 17h</strong></p>
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<p><strong><em>Monturo de vórtices</em></strong>, de Cleber Baleeiro, apresenta o tempo não como uma sucessão de instantes que se apagam, mas como um acúmulo de presenças que se mantêm vivas no corpo e nas coisas. A obra explora a ideia de que o passado não é um lugar para onde se olha, mas uma matéria circular que permanece e se transforma constantemente.</p>
<p>Lançada em edição comemorativa dos três anos da Editora Forja, a plaquete mergulha na percepção de que a memória é um “monturo de vórtices” onde nada se perde, apenas se esconde para reaparecer de outro modo.</p>
<p>Editora <strong>Forja</strong>, 2026</p>
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<p><strong>Cleber Baleeiro</strong> nasceu em Macarani, no lado baiano da divisa com Minas, morou na capital pernambucana e no interior do Maranhão e, desde 2007, vive em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista; é doutor e mestre em Ciências da Religião, professor na Universidade Metodista de São Paulo e pesquisa temas ligados à filosofia da religião, à hermenêutica, às teorias do mito e às relações entre religião, literatura e cultura pop.<br />
Escreve poesia há mais de 20 anos, publicou em coletâneas e revistas de literatura e cultura e é autor de três livros de poemas: <em>A constituição do mundo</em> (Parresia), <em>Tempo que retorna</em> (Parresia), <em>Antropologia dos afetos</em> (Caravana) e <em>A carne das coisas se desdobra</em> (Forja).</p>
