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À Janela dos Dias
Publisher: Alpharrabio Edições
R$ 25,00
À Janela dos Dias – Poesia quase toda
Reúne poemas dos livros A Palavraparte, Madeira: do vinho à saudade, Forasteiros Registros Nordestinos, Poética das Circunstâncias, Elemento em Fúria, Inventário Precoce e Lições de Tempo, além de poemas esparsos publicados em coletâneas, revistas e jornais do Brasil e do exterior, como também poemas inéditos, e comemora os 20 anos de publicação poética da autora.
Alpharrabio edições, 2002 – 02.05.2002
Geralmente despachado em 2 a 3 dias após confirmação de pagamento.
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Category:
Poesia Nacional
Tag:
poemas
Reúne poemas dos livros A Palavraparte, Madeira: do vinho à saudade, Forasteiros Registros Nordestinos, Poética das Circunstâncias, Elemento em Fúria, Inventário Precoce e Lições de Tempo.
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Escritos entre 2019 e 2022, os poemas de As formas selvagens da alegria refletem, em sua variedade de temas e formas, em suas aproximações e afastamentos, buscas e apostas, o redemoinho de tensões desses anos de nossas vidas, pelos olhos de um autor que, desde seu primeiro livro (A lapso, lançado em 1999 pela Alpharrabio), sempre se dedicou a flagrar esse entrelugar em que vivemos: entre a rua e a casa, o sufoco e o sonho, o mundo lá fora e tudo que mais de perto nos cerca. Vem daí esse conjunto algo ruidoso, cheio de arestas e afagos, em que, não por acaso, vários textos são atravessados pelas sombras do noticiário terrível, mas também reagem à desolação – com os poucos, sim, mas imprevisíveis recursos da poesia.
O livro foi concluído e publicado com apoio do Prêmio por Histórico de Realização em Literatura, do Programa de Ação Cultural (ProAC – Lei Aldir Blanc 2021) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.
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A poesia que vai neste Cofre de Deise Assumpção, primeiro livro da autora, afirma uma fala consciente: transparece que uma longa meditação sobre (e sob ) os versos aplaca quaisquer marcas de estréia. E em sua base está o jogo hábil de conter – sob palavras pensadas, linhas contidas, fôlego medido – o jorro da memória daquilo tudo que cruzou sua vida, não apenas os fatos marcantes, mas principalmente a alienação da rotina e dos encargos de mãe-mulher-professora, o que constitui uma densa matéria (experiência, existência ) sobre a qual, para Deise, qualquer discurso é complexo e exige um escavar das feridas .
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